Crise no Sport: atrasos, energia cortada e gestão sob pressão
O Sport Clube do Recife vive um de seus momentos mais tensos nos bastidores. A energia da Ilha do Retiro foi cortada após o clube acumular meses de atraso no pagamento das contas, somando uma dívida próxima de R$ 260 mil. No CT, a situação não é diferente: há oito faturas em aberto, variando entre R$ 28 mil e R$ 60 mil.
Para completar o cenário, o Sport ainda acumula diversas dívidas trabalhistas e contratuais. O clube deve valores a Antônio Carlos, Antônio Oliveira, Du Queiroz, além de parcelas atrasadas do acordo com Ramon Menezes. Fora do campo, fornecedores também sofrem com calotes, incluindo uma empresa de andaimes que prestou serviços ao clube. O conjunto dessas pendências expõe um caos total na gestão rubro-negra, evidenciando um clube sem planejamento, sem fluxo de caixa e cada vez mais pressionado por credores, torcedores e resultados em queda.

Informação extraída do Twitter do Repórter Antônio
A gestão de Yuri Romão é o principal alvo de críticas. Torcedores e analistas apontam falhas de planejamento e gasto excessivo no mercado da bola — cerca de R$ 60 milhões em contratações — enquanto contas básicas e salários seguem atrasados. Funcionários, jogadores e fornecedores enfrentam pagamentos pendentes, e o ambiente interno é descrito como uma “terra arrasada”.

🔦Rival do Sport o náutico tirou onda com a situação do Sport

O Timbu publicou:
“A energia nunca faltou para #AMaisFieldoNordeste em 2025 e foi ela que nos levou ao acesso. É essa energia que vai nos levar muito mais longe. Seguiremos, juntos, em busca dos nossos objetivos em 2026!”







