Home / Uncategorized / 📌 Copa do Mundo 2026 inchada: acabou a zebra e o grupo da morte ! O Brasil pegou um grupo tranquilo !

📌 Copa do Mundo 2026 inchada: acabou a zebra e o grupo da morte ! O Brasil pegou um grupo tranquilo !

A ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções derrubou o nível técnico da competição. Times como Haiti, Cabo Verde, Jordânia, Panamá e Catar entram no debate como “sacos de pancadas”, o que dilui a dificuldade da fase de grupos. A crítica central: a Copa deveria seguir com 32 seleções, garantindo duelos de alto nível desde o começo.

Além disso, o novo formato permite que até os terceiros colocados avancem — apenas 4 de 12 grupos caem na fase inicial. Ou seja, eliminar uma potência logo de cara virou algo praticamente impossível.

📌 Grupo do Brasil: obrigação passar

O Brasil cai no Grupo C com Marrocos, Escócia e Haiti:

  • Marrocos é o rival mais duro, 11º no ranking da FIFA e com jogadores como Bono, Hakimi, Ziyech, Amrabat e Brahim Díaz.
  • Escócia é uma seleção disciplinada, estilo “Suíça de azul”, com Mctominay, Robertson e McGinn. Chata, mas longe de ser elite.
  • Haiti deve ser facilmente goleado por todas as seleções do grupo.

O Brasil não tem justificativa para ter medo da Escócia, apesar da fase ruim da Seleção. Mesmo num cenário negativo, o Brasil deve ficar ao menos em segundo lugar — ser terceiro seria “vergonha mundial”.

📌 Caminhos possíveis: depende só do Brasil

Terminar em primeiro no grupo abre um percurso mais suave:

  • Enfrenta o segundo do Grupo F (Japão, Tunísia ou outro).
  • Depois encontra seleções de nível intermediário como Senegal, Noruega ou Costa do Marfim.
  • Chegaria a uma eventual semifinal contra seleções como Espanha ou Bélgica.

Terminar em segundo, porém, complica tudo:

  • Pegaria de cara a Holanda, favorita do Grupo F.
  • Nas quartas, teria pela frente França ou Alemanha.
  • Caminho pesado logo nas primeiras fases do mata-mata.

📌 Outros grupos: gigantes com vida fácil

  • Portugal, Inglaterra, Bélgica e Alemanha pegaram grupos tecnicamente fracos.
  • Espanha enfrenta o sempre perigoso Uruguai, mas o restante do grupo é frágil.
  • França pode se complicar, mas deve avançar.
  • Muitas seleções de nível baixo garantem jogos mornos e previsíveis.

📌 Fase de grupos sem emoção: zebra e “grupo da morte” viraram história

O novo formato da Copa do Mundo praticamente eliminou o fator surpresa. Com 48 seleções e a possibilidade de classificação até para o 3º colocado, não existe mais aquele cenário clássico onde uma grande seleção cai logo na fase inicial.
Antes, uma potência só era eliminada quando ficava em 3º lugar, brigando ponto a ponto com o segundo colocado. Agora, até essa posição virou “zona de conforto”.

Com isso:

  • Zebra praticamente acabou.
  • Grupo da Morte não existe mais, já que mesmo em grupos fortes, três seleções passam.
  • Equilíbrio deixou de ser punição. Aquele grupo pesado que só classificava dois… agora classifica três tranquilamente.

📌 A Copa ficou mais previsível — até o mata-mata começar

O inchaço da competição, com mais grupos e mais participantes, deixou a fase inicial bem previsível. A emoção deve realmente começar só nos 16 avos de final (fase de 32 times), quando o mata-mata passa a trazer confrontos de verdade.

Mesmo assim, será:

  • A maior Copa do Mundo da história em número de seleções.
  • Um torneio marcante por outro motivo: pode representar a aposentadoria internacional de Cristiano Ronaldo, Messi e talvez até Neymar.

📌 Conclusão: Brasil avança, mas precisa liderar o grupo

Apesar da fase ruim, a Seleção tem obrigação de passar em 1º ou, no mínimo, em 2º lugar. O único risco real está no cruzamento: ser segundo do grupo significa abrir caminho para enfrentar gigantes logo de cara.

O mundial terá muitos jogos fracos, poucas zebras e um cenário onde as potências tendem a dominar até as fases finais.

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